Equipe Reptiles Baja PUC-Rio, de carros off-road, conquista a meta de ficar em 6º lugar na SAE BRASIL Etapa Sudeste 2017

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Depois de passar por oito etapas em quatro modalidades de prova, equipe carioca sobe sete posições em relação a 2017 e fica em 6º lugar geral na etapa regional. A Reptiles continua em 1º lugar entre as equipes do RJ e já pensa no que pode melhorar para a competição nacional, em março de 2018

Neste último final de semana, de 18 a 20 de agosto, a Reptiles Baja PUC-Rio, formada por alunos de Engenharia Mecânica do Centro Técnico Científico da PUC-Rio (CTC/PUC-Rio), competiu na SAE Brasil Etapa Sudeste 2017, na Escola de Engenharia de Piracicaba, em São Paulo, e conquistou o 6º lugar geral entre as 34 equipes participantes. Tendo entre seus concorrentes, universidades tradicionais na área de engenharia automotiva, o capitão Matheus Cunha considera que o resultado confirma o esforço da equipe em avançar cada vez mais: “Ano passado, ficamos em 13º e este ano conquistamos o 6º geral. Pode não parecer muito, mas sabíamos que muitas equipes, por seu histórico, tinham muito mais chances do que nós, como acabou ocorrendo. Vamos continuar promovendo melhorias no nosso Baja, para torna-lo cada vez mais competitivo”, revela.

Entre as oito etapas disputadas, o melhor resultado foi o quarto lugar na etapa Lama, dentro da prova de Dinâmicas. Os carros tinham que percorrer um trecho com 50cm de altura de lama e vencia quem percorria mais rápido os 10m da prova. “Esta foi uma prova inédita e gostamos muito do resultado”, comemora Cunha. Na prova de Dinâmicas, a equipe ficou em sexto; na de Enduro, em oitavo; na de apresentação do projeto, em décimo e na de conforto, em 27º lugar.

Na etapa Nacional da SAE Brasil, em março deste ano, a Reptiles ficou em 16º lugar entre 88 participantes e em 1º entre as equipes do Rio de Janeiro. Para a prova de 2018, a equipe da PUC-Rio já está analisando o que poderá melhorar: “Algumas falhas desta etapa de agora foram por falta de atenção e isso não pode mais se repetir. Precisamos ser cada vez mais exigentes, para que tenhamos resultados justos com o que sabemos fazer”, reforça o capitão.

O carro Baja SAE da Reptiles foi montado em 2016, pesa 180kg e tem velocidade máxima de 45 km/h, com potência de 10 HP (horse power), padrão regulamentado entre todos os participantes da competição.

O Projeto Baja SAE surgiu na Universidade da Carolina do Sul, nos Estados Unidos, em 1976, voltado para práticas automobilísticas que complementassem a formação de estudantes de Engenharia Mecânica e afins. A SAE Brasil iniciou as atividades em 1991 e lançou o Projeto Baja SAE BRASIL em 1994, com a primeira competição nacional em 1995. Para estimular a evolução, no Brasil, cada carro pode competir por apenas dois anos. A PUC-Rio teve uma equipe participante, pela primeira vez, na 3ª edição, em 1997, mesmo ano em que surgiram os primeiros eventos regionais.

 

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