Museu do Amanhã recebe prêmio de Construção Verde Mais Inovadora

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O Museu do Amanhã, localizado no Rio de Janeiro, ganhou o prêmio internacional Mipim (Mercado Internacional dos Profissionais Imobiliários), na categoria “Construção Verde Mais Inovadora”, superando concorrentes do Reino Unido, Suécia e Alemanha. Para o diretor-geral do museu, a premiação é um reconhecimento da conexão entre o conteúdo do Museu do Amanhã, que trata da sustentabilidade do planeta e o fato de ser em si um prédio sustentável.

Ele acentuou que com o prêmio a responsabilidade aumenta, na medida em que se tem que preservar os sistemas que foram pensados e projetados para o museu, para dar o caráter sustentável ao prédio. Entre eles, o sistema de captação de água da Baía de Guanabara, as placas de energia solar na cobertura, e o espelho d’água que reduz a temperatura do entorno do museu.

O secretário-geral da Fundação Roberto Marinho, instituição responsável pela concepção do Museu do Amanhã, destacou que “arquitetura e conteúdo, localização no espaço urbano e integração com meio ambiente, tudo neste museu converge para um despertar de consciência sobre como as escolhas feitas hoje, por cada um de nós, impactam em um amanhã comum”.

O Prêmio Mipim trata-se de uma competição internacional que seleciona os mais notáveis projetos já construídos ou em fase de construção em todo o mundo. O Museu do Amanhã concorreu com a sede da Siemens, em Munique; o edifício residencial 119 Ebury Street, em Londres; e a fábrica da Värtan Bioenergy, em Estocolmo.

No ano passado, o Museu do Amanhã obteve o Selo Ouro da certificação LEED (Leadership in Energy and Environmental Design – Liderança em Energia e Projeto Ambiental, em português), concedida pelo ‘Green Building Council’, principal instituição americana na chancela de edificações verdes. Foi o primeiro museu do país a obter este reconhecimento no segundo mais alto nível de classificação.

Fonte: Exame.abril.com.br